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Lusodescendente troca hóquei pelas mesas de póquer


Lusodescendente troca hóquei pelas mesas de póquer

Depois de terminar a carreira com uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2008, estreou-se no jogo de cartas.

Passado 8 anos, é já um dos rostos femininos mais conhecidos do circuito de póquer mundial.

Filha de um ex-diplomata português, é natural da Holanda e autora de mais de 30 golos pela seleção nacional de hóquei. Trata-se de Fátima Moreira de Melo, atualmente jogadora assídua nos melhores torneios de póquer no mundo.

À partida, competições que nada têm a ver. De um lado, a agressividade e do outro, a paciência e o sentido de estratégia. Convidada pela PokerStars para ser uma das representantes da Holanda no jogo, revela ao Observador que achava que jogava muito bem mas que na verdade nada sabia.
 

No início, o meu jogo era muito agressivo. Era atacante no hóquei, era sempre boom boom.”, conta em conversa com o jornalista do Observador, ao mesmo tempo que gesticulava como se movesse um stick imaginário.
 

Ao todo, já levou para casa mais de 400 mil euros em torneios ao vivo. Oito anos de experiência, habituada à alta competição, fizeram de Fátima um dos nomes mais reconhecidos do circuito de póquer mundial.

No que toca aos adversários, ela não tem dúvidas. Os homens são muito mais fáceis de interpretar do que as mulheres.


“Para mim é muito mais difícil jogar contra mulheres. São muito mais difíceis de ler. Para mim, que sempre joguei com homens, é muito mais fácil ler um homem e descobrir que tipo de homem é. Sei perceber se é um amador, se tem um grande ego… Muitos jogadores têm egos enormes e são muito agressivos a jogar pelo facto de ser mulher. Nesses casos, o jogo pode tornar-se muito lucrativo para mim”, revela Fátima Moreira de Melo.
 

O tema do número crescente de mulheres a procurarem as salas virtuais de póquer, assim como os torneios ao vivo, surgiu com a diferenciação dos dois tipos de jogadores. Apesar de o póquer despertar cada vez mais o público feminino, Fátima Moreira de Melo reconhece que o número de jogadoras ainda é bastante reduzido.
 

Tenho pena que 95% dos jogadores sejam homens. Acho que tem muito que ver com diferença das condições económicas entre homens e mulheres.”, lamenta a ex-jogadora de hóquei ao Observador.
 

Fátima Moreira de Melo revela ainda que deixou o desporto quando teve a certeza que não havia mais nada para conquistar em campo, no entanto, por achar que o universo do póquer altera-se como quem “muda um idioma”, leva consigo uma boa estratégia: “Tens de estar sempre a aprender”.

Para além da aprendizagem contínua, o bom controlo da banca pessoal e treino intensivo fizeram, recentamente, da lusodescendente a melhor jogadora da competição no evento secundário da PokerStars Championship Bahamas.


Fonte: Observador

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