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Demitiu-se Fernando Paes Afonso, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa


Demitiu-se Fernando Paes Afonso, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Depois da polémica de menores de idade apanhados a jogador no Placard, Fernando Paes Afonso apresentou a demissão de vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Demitiu-se o vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fernando Paes Afonso, que tinha a tutela direta dos jogos sociais da instituição. A demissão foi confirmada ao Observador pelo próprio, que justifica a decisão de abandonar a Santa Casa com “o entendimento” que faz do cargo e nega que isto esteja relacionado com as recentes polémicas que envolveram os Jogos Santa Casa.
 
A meio deste mês, o Observador publicou uma reportagem na qual Henrique Lopes, investigador principal da Unidade de Saúde Pública do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica, denuncia que jogos como a raspadinha têm um elevado potencial de criar dependência, algo que a Santa Casa terá ignorado, diz Lopes. Poucos dias depois, o Jornal de Notícias denunciava que havia casos registados de menores a apostar no jogo Placard, lançado recentemente.
 
De acordo com Paes Afonso, o pedido de exoneração do cargo não está relacionado com isto. “Nos termos dos estatutos, os membros da mesa são nomeados pelo Governo”, explicou ao Observador. O vice-provedor demissionário considera que “tem de haver uma relação de confiança política” nestes cargos, pelo que aproveitou “a mudança de Governo” para pôr o lugar à disposição.

in Observador

Recordamos a notícia sobre menores apanhados a jogar no Placard: https://www.academiadasapostas.com/blog/2016/01/menores-de-idade-apanhados-a-jogar-no-placard
placard

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Comentário (8)

  1. Luís M 28 Jan 2016 - 19:09
    É porque já tem um taxo melhor à espera, é só aguardar pelos próximos desenvolvimentos.
  1. betjmg 28 Jan 2016 - 19:10
    Interessante.

    Mas mais importante do que ser a pessoa A ou B e se demitir ou não, é o que é noticiado sobre a raspadinha:
    "raspadinha tem elevado potencial de criar dependência"
    Isto vindo dum estudo dum investigador duma universidade prestigiada.

    Mais uma oportunidade de comunicar ao mercado/população/media sobre as apostas e o trading.

    Se a raspadinha é permitida, porque há entraves às apostas e trading?
    Embora a questão da viciação possa jogar também em desfavor, se a comunicação for bem feita, cria-se a ideia de injustiça; se se permite um tipo de jogo, porque não o outro?

    (e as apostas não são completamente aleatórias, como os outros jogos - mais uma ideia que já devia estar a ser passada há muito tempo).

    E quem é que devia trabalhar esta comunicação? Adivinhe-se... (eu já disse a resposta, várias vezes, noutros posts noutros tópicos)
  1. Geeza 28 Jan 2016 - 19:28
    Luís escreveu:
    É porque já tem um taxo melhor à espera, é só aguardar pelos próximos desenvolvimentos.
    X 2
  1. Cunistorgis 29 Jan 2016 - 20:03
    Este senhor foi o GRANDE opositor à legalização das casas de apostas.

    A ver se encontro a entrevista de 2011 onde dizia que o poker pervertia os menores. Pois agora o placard faz o quê?

    Muitas mentiras saíram da boca deste senhor, como dizer que as casas de apostas não controlavam a idade dos apostadores e não confirmavam os dados enviados.

    Não deixa saudades.
  1. Cunistorgis 29 Jan 2016 - 20:05
    betjmg escreveu:
    Interessante.

    Mas mais importante do que ser a pessoa A ou B e se demitir ou não, é o que é noticiado sobre a raspadinha:
    "raspadinha tem elevado potencial de criar dependência"
    Isto vindo dum estudo dum investigador duma universidade prestigiada.

    Mais uma oportunidade de comunicar ao mercado/população/media sobre as apostas e o trading.

    Se a raspadinha é permitida, porque há entraves às apostas e trading?
    Embora a questão da viciação possa jogar também em desfavor, se a comunicação for bem feita, cria-se a ideia de injustiça; se se permite um tipo de jogo, porque não o outro?

    (e as apostas não são completamente aleatórias, como os outros jogos - mais uma ideia que já devia estar a ser passada há muito tempo).

    E quem é que devia trabalhar esta comunicação? Adivinhe-se... (eu já disse a resposta, várias vezes, noutros posts noutros tópicos)

    Sei que há estudos no RU que demonstram que o problema do vício é maior nestes jogos como a raspadinha ou os jogos sociais, pois as apostas são mais procuradas por jovens que têm maior formação escolar, as raspadinhas costumam ser procuradas geralmente por pessoas com pouca formação, mais impulsivas e com menores rendimentos.

  1. xxx 30 Jan 2016 - 11:53
    Cunistorgis escreveu:
    Este senhor foi o GRANDE opositor à legalização das casas de apostas.

    A ver se encontro a entrevista de 2011 onde dizia que o poker pervertia os menores. Pois agora o placard faz o quê?

    Muitas mentiras saíram da boca deste senhor, como dizer que as casas de apostas não controlavam a idade dos apostadores e não confirmavam os dados enviados.

    Não deixa saudades.

    O Santana lopes faz o que quer com estes bardamecos.. o problema que este verdadeiro cancro continua lá.

  1. Cunistorgis 30 Jan 2016 - 14:09
    A agência canadiana DBRS prepara-se para cortar o rating.

    Quando isto suceder há resgate ou saímos do euro.

    Se houver resgate tenho quase a certeza que o jogo online será uma exigência dos credores. Ou seja, o Estado será pressionado a dar licenças e a mexer na regulamentação.

    Veremos.

    O PS costista é um pau de dois bicos, ninguém sabe o que pensa. A ideia do BE e do PCP vai mais no sentido de proibir e nacionalizar.

    Se o Adolfo Mesquita Nunes não tivesse saído a conversa seria outra...
  1. gazila 03 Fev 2016 - 14:50
    depois nós é que somos os fraudulentos

    http://rr.sapo.pt/noticia/45973/jose_veiga_e_paulo_santana_lopes_detidos

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