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“Match fixing? Aquilo que aí vem é assustador”


“Match fixing? Aquilo que aí vem é assustador”

Operação da PJ faz mais seis detidos no mundo do futebol por suspeitas de corrupção desportiva e apostas.

”Jogo Duplo” é visto com preocupação pelo Presidente do Sindicato dos Jogadores.

Em 2016, a Polícia Judiciária já tinha detido jogadores do Oliveirense, do Oriental, e também dirigentes do Leixões, presidente incluído. Era o chamado “Operação Jogo Duplo”.

Agora, nesta quarta-feira, o futebol português volta a ser notícia devido aos novos casos de manipulação de resultados por parte de cinco futebolistas – três do Oriental, um do Penafiel e outro do Académico de Viseu - e um membro da claque Super Dragões do Futebol Clube do Porto, Bruno Mendes, suspeito de ser o intermediário entre os jogadores e os apostadores.

Em causa está a prática ilegal de match fixing, ou melhor a atividade que visa a viciação deliberada do resultado de uma competição desportiva, em benefício de uma ou mais partes envolvidas. Pareceu confuso?

Basicamente é uma organização criminosa sofisticada, onde entram os apostadores - que, por norma, estão do outro lado do mundo -, os corretores de apostas que pagam às equipas para que percam e, claro, os jogadores que manipulam o resultado dito “normal”.

Em comunicado, o presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) reagiu com preocupação à operação iniciada pela Polícia Judiciária no final da época passada, e que agora é retomada com detenções em todo o país.

Isto é assustador. Aquilo que aí vem é assustador mas tenho confiança. Por aquilo que é a minha experiência no plano internacional e o fenómeno do match fixing. Também o doping teve esta dimensão, era a praga anterior e foi sendo minimizado”, diz Joaquim Evangelista, presidente do SJPF, à Bola Branca.
 

Segundo a Agência Lusa, estas detenções, assim como a constituição de outros oito arguidos estão relacionadas com uma rede asiática de viciação de resultados, nomeadamente com ligações na Malásia.

O líder do SJPF deixa um apelo neste sentido, de forma a que estes sinais, relativos ao match fixing, não sejam ignorados.

"Há muitas pessoas que continuam a fingir que nada acontece e que desvalorizam os sinais. Essas pessoas são a maioria dos agentes desportivos. Apelo para que haja um dever de cidadania ativo. Quem conhece o fenómeno, tem de o denunciar e não ser cúmplice desta realidade", pede Joaquim Evangelista.

Os detidos serão presentes ao Ministério Público para primeiro interrogatório judicial, esta quinta-feira, no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

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