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Londres 2012: O Basquete brasileiro renasce


Londres 2012: O Basquete brasileiro renasce
A confiança ficou ainda mais alta com os amistosos que o Brasil realizou contra Estados Unidos, Argentina e França quando a vitória ou a derrota ficaram ao alcance de um detalhe e mostraram que a equipe brasileira com os ajustes necessários pode enfrentar de igual para igual as grandes potências do basquete mundial.

Depois de um longo e tenebroso inverno de 16 anos, ou 4 edições, de fora dos jogos Olimpicos o basquete brasileiro volta a disputar uma Olimpiada e com um poder de fogo jamais visto na história recente do basquete nacional. Da última vez que disputamos o torneio ainda viviamos os últimos momentos de Oscar Schmidt o maior jogador da história do basquete brasileiro que mesmo com 40 anos foi capaz de liderar uma equipe mediana ao quinto lugar olimpico. Se falarmos em medalhas o jejum brasileiro é mais antigo e remonta as Olimpiadas de 1964 quando a geração de Vlamir Marques, Ubiratan, Rosa Branca e Amaury Passo conquistou seu segundo bronze consecutivo, algo que já haviam feito em Roma 1960.
 
Neste interim de 1996 para cá o basquete brasileiro passou por uma profunda crise. Escandalos na federeção nacional, campanhas vergonhosas em Mundiais e pré-olimpicos e claro uma absurda ausência de 16 anos nos Jogos Olimpicos.Pior ainda foi ver que neste periodo nossos arqui-rivais argentinos alcançaram o apogeu do esporte conquistando até mesmo a medalha de ouro olimpica, além de se tornarem a grande potência do esporte na América do Sul. Porém, com o advento da liga de basquete nacional, a consolidação de alguns atletas na NBA e uma gestão mais profissional do esporte a maré começou a mudar.
 
Mas o ponto de virada na minha opinião foi a chegada do "hermano" argentino Ruben Magnano, justamente o técnico que levou a Argentina a conquista do ouro olimpico. Sua visão tática e prática do esporte já trouxe uma grande evolução a uma seleção que estava desgastada e sem brios. Mas além disso, o argentino costurou com muita paciência e tranquilidade o retorno de todos os grandes jogadores de volta a seleção brasileira. NenÊ, por exemplo, não jogava há anos pelo Brasil em razão de desentendimentos com a gestão da federação brasileira de basquete.
 
No último pré-olimpico sul americano disputado na Argentina e ainda sem Nenê o time de Magnano bateu os rivais em casa na fase de classificação e alcançou a final, quando quase venceu novamente, mas obteve a tão desejada vaga para Londres 2012. O time do Brasil disponivel para as Olimpiadas é o melhor que temos a oferecer no momento. No garafão se destacam o trio da NBA Nenê Hilário do Washington Wizards, Tiago Splitter do San Antonio Spurs e Anderson Varejão do Cleveland Cavaliers, e o jovem Caio Torres do Flamengo. Os dois alas Marcelinho Machado e sua compulsão pelas bolas de 3 e Marquinhos. Os alas armados Leandrinho Barbosa do Indiana Pacers, o combativo Alex Garcia, o ala pivô Giovanonni, os armados Larry Taylor, americano naturalizado, Raulzinho, e o Steve Nash brasileiro Marcelinho Huertas.
 
A confiança ficou ainda mais alta com os amistosos que o Brasil realizou contra Estados Unidos, Argentina e França quando a vitória ou a derrota ficaram ao alcance de um detalhe e mostraram que a equipe brasileira com os ajustes necessários pode enfrentar de igual para igual as grandes potências do basquete mundial.
 
Por essa esperança calcada no potencial da equipe nacional acredito que seja uma ótima aposta acreditar que o Brasil possa alcançar um dos postos do pódio olímpico, com este desfecho pagando 5 na Betfair.


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